Nos escombros de uma construção dos idos do século XX, próximo ao local onde um dia, naquele tempo, foi o colégio de segundo grau de uma universidade federal, encontraram um bloco de concreto de origem anglo-saxônica contendo inscrições em uma estranha língua. Depois de muitos estudos, já neste milênio, a tradução mais próxima da mensagem foi: "Fernando Dagatta voltará, se é que um dia teria ele ido a algum lugar, propenso que se mostra o dito phelinnus negrum a ficar zumbizando em todo canto...o tempo todo."
Ninguém assumiu o atentado à língua portuguêsa do texto traduzido mas, de qualquer forma, o que importa é que ele voltou... do lugar pr'onde nunca tinha ido ao lugar d'onde nunca partiu.
domingo, 23 de maio de 2010
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Nem sempre acredite que seja ele mesmo. Volúvel que é, perdeu a vasta cabeleira embora desidentificado esteja em foto sombreada. Também contribui densamente para a desaquiescência de sua inóspida personalidade a falta do companheiro (in)separável violão. Saudações ufológicas, o Planetão.
ResponderExcluirNo fundo, era outro.
ResponderExcluirA sombra, em primeiro plano, era ele.
Longe do grande planeta, que,
decifrá-lo, não conseguiu,
na árida ausência do companheiro.
Da pedra antiga, nada trouxe,
pois nem todo louco é poeta e,
de muitos escombros,
só a ausência se aproveita.
Enfim, mais vale o mito, que o fato.
Bodestradamus
Então vc voltou Felinus Negrum! E tomara que dessa vez seja para sempre! Que não seja como de outras, em que vc volta e "some" de novo (o que aliás é bem ao gosto do DNA felinístico). Seja sempre bem vindo!!!!
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